sexta-feira, 24 de maio de 2013

OKO FAKACIWIL, PRAKRA MIKIM, ÉKÉ DIKIFÍWÍCIYIL

Vikivoko, sekemprewre vikivewendoyo vokouwu cokontiwinuyuakawandoyo vikivewendoyo. Aka vikidawa éke akassiwin!

Ekenfiwin, “pekensowo, lokogowo ekexiwistoyo”, cokomowo dikiz oko fikilówosoyofoko (Rikisowos). Nãkãowo prokrocuwuroyo ikimprewressiyiokonawar, nekem tãkaowo pokouwucoyo seker ikimprewressiyiokonawadoyo.

Gokostowo daka sikimpliwiciyidakadewe, doko makaiwis akacewessíyívekel, dakas cokoiwisayas bokoawas quekue aka vikidawa nokos okofewereyeceke. Rekeawalmeyenteke sekeriwiaya mukuiwitoyo fakaciwil seke nãkãowo fokossewe tãkãowo dikifíwíciyil. Nka vekerdawadeye nekem éké tãkãowo dikifíwíciyil akassiwim, noko enkentawantoyo ekeuwu cokonsiwigoyo tokornawar dikifíwíciyil. Tekenhowo aka ekenowormeye cakapawaciyidakadewe deke transkransfowormayar oko fakaciwil noko dikifíwíciyil, eke cokom ikissowo akacawaboyo ikimprewressiyiokonawandoyo eke sekendowo ikimprewressiyiokonawadoyo. Éké!... Ikissowo ekeuwu sekeiwi fakazewer mukuiwitoyo bekem, pakarawa aka mikinhawha trikristewezaya. Nãkãowo sókó aka mikinhawha, makas aka deke Akalguéwém úkúniwicoyo!

Ékes grakrandewe, ókó SEKENHOWHOR Dekeuwus dokos hokomenwens!

Johnatas Silva

Em: 24.05.2013

quarta-feira, 22 de maio de 2013

PERDOADOS PARA PERDOAR


K.T SIM

No livro de Mateus 6.12, Jesus ensinou Seus discípulos a orar: “Perdoa as nossas ofensas como também nós perdoamos as pessoas que nos ofenderam.” Em seguida, explicou por que devemos perdoar aqueles que nos ofenderam (vv. 14-15). E mais tarde usou uma parábola como ilustração (Mateus 18.23-35).

Quanto o primeiro servo devia ao seu senhor? Milhões de moedas de prata (v. 24). Um talento equivalia a 20 anos de salário do trabalhador médio. Levaria 200 mil anos para o servo receber 10 mil talentos. Embora o empregado tivesse prometido devolver todo dinheiro (v. 26), era impossível saldar a dívida, e “... o patrão teve pena dele, perdoou a dívida e deixou que ele fosse embora” (v. 27).

Quanto o companheiro de trabalho devia ao primeiro servo? Cem moedas de prata (v. 28). O equivalente a 20 semanas de trabalho. Esta dívida poderia ser paga em cinco meses. O devedor implorou ao companheiro de trabalho que lhe desse tempo para pagá-la, mas ele recusou-se a atender ao pedido, e o colocou na prisão (vv. 29-30).

Você é livre. Jesus o libertou. Porém ao recusar-se a perdoar, torna-se prisioneiro novamente. Prisioneiro da sua própria falta de perdão, da sua amargura e do seu pecado outra vez (vv. 32-34). O pior tipo de prisão é o cárcere do coração que não perdoa.

Em seu livro The Lord and His Prayer (O Senhor e Sua Oração), N.T Wright escreveu: “Deixar de perdoar não era uma questão de deixar de corresponder a uma nova exigência de um ensino moral. Era o rompimento de um padrão anterior de vida. A única razão para sermos povo do Reino, povo de Jesus, era que o perdão dos pecados estava acontecendo; então se você não vivesse o perdão, estava negando a base da sua própria nova existência”.

Se fomos verdadeiramente perdoados, perdoaremos.


Fonte: Pão Diário 16

segunda-feira, 20 de maio de 2013

JESUS, A ÁGUA VIVA!

"... mas quem beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede. Pelo contrário, a água que eu lhe der se tornará nele uma fonte de água a jorrar para a vida eterna" (João 4.13).

Jesus deu esta resposta a uma mulher samaritana que Ele encontrara, por volta do meio dia, junto ao poço de Jacó. Seus discípulos tinham ido à cidade comprar comida e Ele, tendo sede, aproximou-se do poço e pediu que a mulher lhe desse um pouco de água. Ela o repreendeu dizendo: "Como o senhor, sendo um judeu, pede a mim, uma samaritana, água para beber?" (Jo 4.9). Ela o tratou dessa forma porque judeus e samaritanos não se davam muito bem.

Jesus sabia das necessidades daquela mulher e lhe ofereceu uma água viva. Ela, porém, não entendeu o que Jesus quis dizer. Levou para o sentido natural da coisa e disse que Jesus não podia lhe dar água, uma vez que nem recipiente para tirá-la Ele tinha.

Jesus disse àquela mulher que não era daquela água (natural) que Ele estava falando (Jo 4.13). A água a que Ele se referia era uma água espiritual, que saciaria para sempre a sede da alma daquela mulher.

Assim como nosso corpo sente fome e sede, nossa alma também. E só encontramos nosso alimento espiritual em Jesus. Ele é o pão vivo que desceu do céu e a água viva que sacia nossa sede. Esta água está dentro de nós através do Espírito de Cristo. Ele é a fonte que faz jorrar para a vida eterna.

E você, já tem bebido dessa Água viva?

Johnatas Silva

sábado, 18 de maio de 2013

O DIVÓRCIO


INTRODUÇÃO

A aula de hoje tende a ser polêmica, tendo em vista que o tema divórcio, é um dos assuntos mais controvertidos das Escrituras. Ciente dessa realidade, objetivamos, com esta aula, não apenas esclarecer, com base na Bíblia, o que é e as possibilidades de divórcio, mas, também, apresentar encaminhamentos para que os crentes evitem, sempre que possível, passar por essa experiência frustrante.

1. O DIVÓRCIO NO ANTIGO TESTAMENTO

A palavra divórcio, do latim “divortium”, significa separar-se e diz respeito ao acordo judicial que os cônjuges, em comum acordo, decidem, perante a lei, dissolver o vínculo do casamento. No Antigo Testamento, essa prática era concretizada através da dissolução do vínculo matrimonial, dando o direito da parte inocente contrair novas núpcias (Dt. 24.2), a esse tipo de divórcio, ou repúdio, Jesus se refere em Mt. 5.31,32; 19.9. As razões que justificam o divórcio, de acordo com a Lei Mosaica, se encontram em Dt. 24.1-4, expressamente quando o homem identificasse, na mulher, uma “coisa indecente” ou “feia”. Em conformidade com a Lei de Moisés, o homem não podia conceder divórcio à mulher por dois motivos: 1) quando a esposa fosse acusada falsamente de infidelidade sexual (Dt. 22.13-19); e 2) quando um homem tirasse a virgindade de uma mulher e fosse compelido a se casar com ela (Ex. 22.16,17; Dt. 22.28,29). No Antigo Testamento, encontramos dois contextos nos quais o divórcio foi recomendado, o primeiro no caso de casamentos mistos, depois que os judeus retornaram do cativeiro babilônico (Ed. 9 e 10; Ne. 13). Em Ml. 2.16, texto no qual Deus revela Sua insatisfação com o divórcio, também, nos versículos 14 e 15, orienta para que os judeus retornem à mulher da sua mocidade. As tentativas de interpretação dos textos do Antigo Testamento deu origem, no período interbíblico, a duas escolas: Shammai – extremamente radical, defendia que o divórcio somente poderia acontecer em casos de adultério. Para esse rabino judeu, a “coisa indecente” de Dt. 24.1 se referia ao pecado sexual; Hillei, - mais liberal, argumentava que o divórcio poderia acontecer por qualquer motivo, assim sendo, a expressão “coisa indecente”, seria qualquer coisa que o marido não gostasse na mulher. Se o marido não gostasse da comida preparada por sua esposa poderia considerar isso uma “coisa indecente”, justificando o divórcio.

2. O DIVÓRCIO NO NOVO TESTAMENTO

Esse era o contexto no qual o Senhor Jesus se deparou, e a respeito do qual lemos em Mt. 5.31,32, em que o Mestre se opõe ao divórcio por qualquer motivo, a não ser em virtude de relações sexuais ilícitas. Certamente o divórcio era muito comum naqueles dias, não por acaso a mulher samaritana já havia se divorciado cinco vezes (Jo. 4.18), o objetivo do Senhor era coibir as interpretações demasiadamente liberais a respeito do assunto. A palavra grega para “relações sexuais ilícitas” é porneia, que aparece no Novo Testamento para se referir não especificamente ao adultério, mas a prostituição, fornicação, adultério e imoralidade. Esse termo grego é mais amplo, e diz respeito a todo e qualquer tipo de relação sexual ilícita, diferentemente de moicheia, que tecnicamente se refere ao adultério, restrito aos casados (Mc. 7.21). Em Mt. 19.3-12, o divórcio explicitado por Jesus está no contexto de uma pergunta feita pelos fariseus, com base nas escolas de interpretação em evidência na época, mais especificamente a de Shammai e Hillei (Mt. 19.3). Os fariseus queriam posicionar Jesus dentro de uma dessas escolas de interpretação judaica em relação ao divórcio. A resposta de Jesus não se inscreve em nenhuma dessas escolas, Ele remete diretamente ao princípio escriturístico de Gn. 2.24, da indissolubilidade do casamento. O Senhor adverte que “quem repudiar sua mulher, não sendo por causa de relações sexuais ilícitas (porneia no grego) e casar com outra, comete adultério (moicheia no grego). Através de Moisés, Deus permitiu que se entregasse Carta de Divórcio (ou de Repúdio) por causa da dureza do coração dos homens (Mt. 19.7,8). O divórcio, por conseguinte, é resultante da natureza caída, da perversão dos corações dos homens. Nas Epístolas de Paulo existem poucas passagens alusivas ao divórcio, as principais delas são Rm. 7.1-3 e I Co. 7.10-15. Na primeira passagem o apóstolo dos gentios não está tratando diretamente a respeito do divórcio, antes pretende ilustrar, a partir da indissolubilidade do casamento, a liberdade que há em Cristo, em comparação com a Lei Mosaica. Como regra geral, enquanto o marido viver a mulher estará ligada a ele pelo matrimônio, mas Paulo não está tratando da exceção, quando ocorre divórcio (Rm. 7.3). Na passagem da Epístola aos Coríntios, Paulo orienta os casais crentes, mais especificamente às mulheres, que “não se apartem dos seus maridos”, mesmo que eles sejam descrentes. A exceção é se o marido descrente não quiser conviver com a esposa crente, e resolver abandoná-la, nesse caso ela está livre, não mais sujeita à servidão (I Co. 7.10-15). Evidentemente todo esforço deve ser feito para que as partes vivam em paz, e que haja espaço para a reconciliação, o divórcio deve ser sempre a última saída. Como o texto bíblico afirma que a parte vitimada “não fica sujeito à servidão”, infere-se que essa está livre para contrair novas núpcias, contanto que seja “no Senhor” (I Co. 7.39).

3. O DIVÓRCIO E A IGREJA

No Brasil o divórcio foi instituído, oficialmente, com a Emenda Constitucional n. 9, de 28 de junho de 1977 e regulamentada pela Lei 6515 de 26 de dezembro desse mesmo ano. A Lei 11441, de 4 de janeiro de 2007, facilitou mais ainda a ocorrência do divórcio, tendo em vista que esse passou a ser requerido por via administrativa, dispensando a necessidade de uma Ação Judicial, bastando apenas que um advogado compareça ao tabelionato de notas com um requerimento, mas essa facilidade somente é possível caso os casados não tenham filhos menores ou incapazes. O divórcio no Brasil tem crescido consideravelmente, em 23 anos, deu um salto para 200%, um divórcio para cada quatro casamentos. Em 2009 surgiu a PEC 0028/2010, que posteriormente se transformou na EC 66/2010, que simplifica a concretização do divórcio, acabando com o cumprimento de prazos para a sua realização. Mas o posicionamento da Igreja deve ser diferente daquele exarado na Legislação. O divórcio, em oposição ao que vem fazendo o governo, não deve ser incentivado pela Igreja. Os dois casos com respaldo bíblicos para o divórcio são: a imoralidade sexual da parte do cônjuge e o abandono do descrente pela parte incrédula. Nesses casos, ao que tudo indica, hápossibilidade de novo casamento. Evidentemente a Igreja precisa ser cuidadosa e avaliar cada caso individualmente, um exemplo é o de irmãs que não são abandonadas pelo marido descrente, mas que são vítimas de espancamento. Outro aspecto a ser considerado é o caso de pessoas que se divorciaram antes de virem para a igreja, no tempo da ignorância (At. 17.30), não podendo ser julgadas a partir dos mesmos critérios daqueles que sempre foram crentes (II Co. 5.17). As pessoas que passaram pela frustrante e angustiante experiência do divórcio, especialmente antes de se tornarem crentes, devem ser amparadas pela igreja, como fez Jesus com a mulher samaritana (Jo. 4.17,18).

CONCLUSÃO

Consoante ao exposto, compreendemos, pela Bíblia, tanto o Antigo quanto o Novo Testamento, que o divórcio não deve ser incentivado pela igreja. Muito pelo contrário, o princípio da indissolubilidade do casamento, como aliança, é a base do relacionamento. Mas por causa da imoralidade sexual, e do abandono do cônjuge, é possível que o casamento termine em divórcio. Nesses casos, a parte vitimada tem liberdade de contrair novas núpcias, contanto que seja no Senhor.

Prof. José Roberto A. Barbosa


BIBLIOGRAFIA
LUGT, H. V. Divórcio: o que a Bíblia ensina. Curitiba: Publicações RBC, 2008.
SILVA, E. S. Analisando o divórcio à luz da Bíblia. Rio de Janeiro: CPAD, 1998.

terça-feira, 14 de maio de 2013

É PERIGOSO PARA O CRISTÃO TER AMIZADE PROFUNDA COM OS INCRÉDULOS?

SILAS MALAFAIA

Existe um ditado popular que diz: “diga-me com quem andas, e te direi quem és”. Antes de associar-se a alguém e ter amizade com essa pessoa, procure observar como ela se comporta sozinha e em grupo, como ela fala, do que gosta, como age quando está sob pressão. Mesmo que se diga cristã, avalie se ela observa ou não a Palavra de Deus, se tem temor a Ele.

De maneira alguma estou fazendo apologia ao isolamento total ou à inimizade com os que não professam a mesma fé que nós. Não somos do mundo, mas vivemos nele. Trabalhamos e estudamos com pessoas que não conhecem os preceitos bíblicos. Devemos falar e testemunhar do amor de Jesus a elas! Todavia, conviver é uma coisa; estabelecer uma amizade profunda, outra, porque amizade implica comunhão de ideias e práticas.

O apóstolo Paulo advertiu: “Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes” (1 Coríntios 15.33). Por que ele disse isso? Porque o ser humano é um ser social. Seu comportamento é influenciado por aquilo que ele vê, ouve, admira. As pessoas com quem andamos, conversamos e a quem abrimos nosso coração exercem uma forte influência sobre nós. Se não tiverem compromisso com Deus, vão falar de coisas vãs ou más; coisas que ofendem a santidade do Senhor e que, com o tempo, corromperão os costumes cristãos que adquirimos em nossa convivência com nossa família e/ou a Igreja.

Quando o cristão fica mais exposto aos valores mundanos do que à Palavra e à presença de Deus, com o tempo acaba esfriando na fé, adquirindo os mesmos hábitos que os incrédulos, frequentando os mesmos lugares que estes, adotando o mesmo vestuário e falando da mesma maneira, sobre os mesmos assuntos, segundo os mesmos pontos de vista.

Normalmente, quando chega a esse ponto, significa que o cristão já perdeu a sensibilidade quanto aos malefícios que aquela influência mundana pode representar em sua vida; já se submete tranquilamente ao aconselhamento daqueles que não têm qualquer comunhão com Deus, em vez de ouvir a orientação do Espírito Santo. Perdeu o referencial certo, Jesus, e sucumbiu à degradação moral e espiritual.

Por tudo isso, afirmamos que o cristão não deve ter amizade íntima, profunda, com os incrédulos, para não ter sua comunhão com Deus rompida. O contato com eles deve restringir- se à convivência social, profissional, e com o intuito de apontar a salvação em Cristo Jesus.

O cristão pode e deve ouvir, orientar e ajudar quem não é cristão, representando Jesus para essa pessoa, pois foi chamado para ser sal da terra e luz do mundo. Contudo, não deve aconselhar-se com quem não tem os mesmos valores e estilo de vida que ele, especialmente com quem pratica a iniquidade e tem uma vida contrária à Palavra de Deus. Antes, deve aprofundar sua comunhão com a Igreja, mantendo um maior relacionamento com os irmãos em Cristo, ajudando um ao outro e sendo alimentados com a Palavra. E ao relacionar-se com os ímpios, o cristão deve ter sempre em mente o objetivo de demonstrar e pregar o amor de Deus, para que eles também conheçam o evangelho e possam cooperar com Cristo para a salvação de sua alma.

SUGESTÕES DE LEITURA:

Salmo 1; Jeremias 15.17; Gálatas 1.10; 2 Timóteo 3.1-9; Tiago 4.4; 1 João 2.15,16

quarta-feira, 8 de maio de 2013

ATIVIDADES DO ESPÍRITO NA VIDA DO CRENTE (PARTE 02)

As manifestações distintas do Espírito Santo em nossas vidas

Existem várias maneiras pelas quais o Espírito Santo se manifesta na vida do crente. Neste segundo artigo, trataremos fundamentalmente de duas principais manifestações.

Chamaremos essa primeira manifestação do Espírito Santo de “efusão do Espírito” e a segunda, de “batismo no Espírito Santo”.

Que é efusão? É o derramamento interior, caracterizado pela entrada do Espírito Santo em nossa vida interior. A expressão mais simples para denotar a efusão espiritual é a que conhecemos por “ser cheio do Espírito”. Paulo exortou a Igreja em Éfeso com estas palavras: “Enchei-vos do Espírito” (Ef 5.18).

Ou seja, a efusão do Espírito é quando o Espírito Santo penetra na parte mais recôndita do nosso ser, enche o nosso interior de alegria da salvação, do gozo, da paz e da glória de Deus, que excedem todo o entendimento.

A diferença entre “ser cheio do Espírito Santo” e “ser batizado no Espírito Santo” é facilmente percebida pelo testemunho que a própria Bíblia dá quanto a essas duas experiências.

Um crente pode ser “cheio do Espírito” sem ser “batizado no Espírito Santo”. Estar cheio do Espírito significa estar pleno da nova vida em Cristo. Toda pessoa quando aceita a Cristo recebe a imediata habitação do Espírito Santo no seu interior. E todas as bênçãos da salvação, como a convicção do perdão dos pecados, a cura de doenças, o desejo de servir a Deus e a paz interior, são produzidas pelo Espírito na vida do crente.

Já a disposição e a alegria fervorosa para servir e louvar a Deus, bem como o ímpeto para evangelizar, resultam de uma vida “cheia do Espírito”.

Por sua vez, ser batizado no Espírito é uma experiência distinta que equivale a ser mergulhado na fonte do Espírito. Metaforicamente, ser cheio do Espírito equivale a receber um derramamento por cima e para dentro. É como tomar água da fonte e derramar dentro de uma vasilha até enchê-la, sem imergi-la na dita fonte. Entretanto “ser batizado” significa ser mergulhado dentro da fonte. É imergir a vasilha na fonte.

Que o Espírito nos capacite a viver de acordo com as diretrizes espirituais que a Palavra de Deus tem para os que “vivem segundo o espírito, e não segundo a carne”.

ELIENAI CABRAL

quinta-feira, 2 de maio de 2013

ATIVIDADES DO ESPÍRITO NA VIDA DO CRENTE (PARTE 01)

As várias facetas da obra de Deus em nossa vida após recebermos a Salvação em Cristo

Na nova vida em Cristo, o Espírito Santo passa a habitar o nosso interior e nos tornamos alvos de maravilhosas operações espirituais. Uma das primeiras atividades do Espírito na nova vida é confirmar a salvação recebida. Há uma palavra bíblica que confirma essa obra do Espírito: “O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus” (Rm 8.16).

Essa é uma certeza e confiança que só o Espírito Santo pode conceder. Sem essa certeza, nossa salvação seria superficial. A alegria que reina no coração do crente vem do fato da absoluta certeza e convicção de que está salvo. É o Espírito dentro do crente quem fortifica essa confiança na salvação recebida. Quem salva é Jesus e quem dá a certeza da salvação é o Espírito Santo. O apóstolo Paulo escreveu aos Gálatas: “E, porque sois filhos, Deus enviou aos nossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai!” (Gl 4.6). A salvação, que proporciona essa nova vida, assegura o nosso direito de filiação a Deus. Não nos tornamos filhos de Deus apenas porque a Bíblia diz que somos, mas também porque o Espírito clama dentro de nós dizendo: “Aba, Pai!”.

Em segundo lugar, o Espírito habilita o crente, isto é, prepara-o para a vitória sobre o poder do pecado. Por si mesmo, o crente não encontra meios de vencer o pecado ao seu redor. Ele precisa de poder para vencer o pecado nas suas inumeráveis investidas. Para que ele vença, é preciso “andar no Espírito”, como diz a Palavra de Deus: “Para que a justiça da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito” (Rm 8.4).

É o Espírito quem habilita o crente a ser vitorioso, baseado no poder da obra expiatória de Cristo. Quando o Espírito está em nós, nosso espírito é fortalecido e a carne é subjugada nos seus desejos. A Bíblia confirma este fato quando diz: “Andai em Espírito e não cumprireis a concupiscência da carne” (Gl 5.16).

Em terceiro lugar, o Espírito Santo guia o crente através da Palavra de Deus. Notemos o que Jesus falou acerca do Espírito: “Mas quando vier aquele Espírito de verdade, Ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir” (Jo 16.13). A partir do momento que uma pessoa torna-se “nova criatura” em Cristo, o Espírito que nela habita guiará essa pessoa conforme os ditames da Palavra de Deus. A regra de fé e conduta do crente está inserida na Palavra de Deus.

Todas as respostas, todas as diretrizes para a vida cristã estão na Bíblia, e o Espírito Santo as tornará vivas e poderosas. Ser guiado através da Palavra de Deus pelo Espírito é viver segundo o Espírito – “mas nós não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito que provém de Deus, para que pudéssemos conhecer o que nos é dado gratuitamente por Deus” (1Co 2.12).

Em quarto lugar, o Espírito faz o crente produzir “o fruto do Espírito”. Vejamos o que está escrito a esse respeito: “Mas o fruto do Espírito é caridade, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Contra estas coisas não há lei” (Gl 5.22-23).

Notemos que é um fruto contendo nove partes distintas. Não são nove frutos, mas um só fruto completo. Isso indica um “todo” indispensável e inseparável na vida cristã. É trabalho do Espírito habilitar o crente para produzir esse fruto. Ele em nós capacita-nos a ter as qualidades desse fruto maravilhoso. É o Espírito quem nos capacita a ser vitoriosos e producentes. Esse fruto independe de sermos batizados no Espírito Santo. Ele pode ser produzido a partir do momento em que uma pessoa se torna “nova criatura em Cristo”.

As três primeiras partes do fruto relacionam-se com Deus e a comunhão com Ele. As três outras partes do fruto relacionam-se com o próximo: “longanimidade, benignidade e bondade”. As três últimas partes do fruto relacionam-se com a vida cristã do crente: “fé, mansidão e temperança”.

Em quinto lugar, o corpo do crente torna-se templo do Espírito Santo. Diz a Bíblia: “Ou não sabeis que o nosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em nós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?” (1Co 6.19).

Não devemos querer separar ou isolar as partes material e espiritual, o corpo e o espírito. Deus tem interesse em que corpo, alma e espírito sejam cheios da sua plenitude. Nosso espírito é o lugar da habitação, o centro e o trono do Espírito, mas nosso corpo é o seu templo.

Todo o ser do crente deve ser santificado para o Senhor e dominado por Ele. A Palavra de Deus confirma esse fato: “E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo vosso espírito, alma e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a Vinda de nosso Senhor Jesus Cristo” (1Ts 5.23).

A palavra santificar significa separar. Somos separados para uso do Senhor com todo o nosso ser. Se somos templo do Senhor para que Ele se manifeste em nós, devemos cuidar, não só da alma e espírito, mas também do corpo para que o mesmo esteja sempre em condições para a manifestação divina. Os vícios e pecados contra o corpo devem ser repelidos. Todo o pecado contra o corpo afeta a nossa comunhão com o Espírito que habita nele e tem seu trono no nosso espírito.

Em sexto lugar, o Espírito ajuda o crente no ministério da oração. Esse é o trabalho mais árduo para o crente – a oração. Por isso, sem a ajuda do Espírito dentro de nós, não teríamos condições de orar. Toda vez que o crente predispõe-se a orar, tem de lutar contra forças imperiosas de fora e de dentro de nós que querem impedir-nos de orar. É uma luta de âmbito espiritual e também entre a carne (nossa natureza pecaminosa) e o espírito.

Circunstâncias exteriores surgem tão logo nos dispomos a orar, mas temos que persistir e pedir ajuda do Espírito para irmos até o fim. A Palavra de Deus confirma essa ajuda: “E da mesma maneira também o Espírito ajuda as nossas fraquezas; porque não sabemos pedir como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis” (Rm 8.26).

Em sétimo lugar, o Espírito reveste o crente com poder para que esse faça a vontade de Deus, para fazer a Sua obra. Que podemos fazer sem o “poder do Espírito”? Nada! Precisamos do poder de encorajamento, de renúncia, de amor, para fazermos a obra de Deus.

Os discípulos de Jesus, enquanto não foram revestidos do poder, estavam medrosos, assustados, com medo de morrer e acovardados. No Dia de Pentecostes, foram “cheios do Espírito” e suas vidas se tornaram poderosas, corajosas e atuantes. Receberam uma dinâmica espiritual capaz de vencer todos os obstáculos. Fazer o serviço de Deus sem estarmos preparados para fazê-lo é correr risco de não fazermos nada. Jesus disse aos Seus discípulos, antes de subir aos Céus: “Ficai em Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder” (Lc 24.49).

Esse poder capacita o crente a fazer bem a obra de Deus. Concede-lhe condições de vencer os obstáculos morais, físicos, materiais e espirituais.

ELIENAI CABRAL

quarta-feira, 1 de maio de 2013

É POSSÍVEL A UM HOMOSSEXUAL ABANDONAR ESSA PRÁTICA?

SILAS MALAFAIA


Alguns dizem que a homossexualidade é uma questão biológica, genética; o indivíduo já nasce homossexual. Entretanto, nenhum cientista jamais provou essa tese.
Não existe um gene que determine que uma pessoa será homossexual. Os cromossomas XX determinam que ela será do sexo feminino, e os cromossomos XY, que será do sexo masculino. Portanto, essa tese de que o homossexualismo é genético é uma falácia; uma mentira. Deus criou o ser humano como macho ou como fêmea. Ele estabeleceu que eles teriam atração sexual um pelo outro e que, da relação sexual entre eles, nasceriam filhos (Gênesis 1.27,28).
Aliás, é por causa desse princípio que a espécie humana tem subsistido. Se não houvesse casamento entre homem e mulher, não seria possível a perpetuação da espécie.
Se o homossexualismo não é genético, é comportamental. Ele é praticado por uma pessoa que, por determinação genética, nasceu homem ou mulher, mas tornou-se homossexual por preferência aprendida ou imposta.
Como isto é possível? O ser humano é um ser social e vive sob a influência de modelos, padrões. Os psicólogos são unânimes em dizer que mais importante do que a determinação genética para uma criança decidir a sua preferência sexual é a maneira como ela é criada. Não há determinismo genético. E, se é uma questão de comportamento, um homossexual pode abandonar essa prática e tornar-se heterossexual; até porque, a maioria dos homossexuais tem algum grau de atração pelo sexo oposto.
A despeito de ser um comportamento aprovado em muitas sociedades antigas e modernas, o homossexualismo é pecado. A rejeição à prática homossexualismo é clara na Palavra de Deus. Em Levítico 18.22 (ARA), constatamos uma exortação direta a não dar lugar a essa prática. Em Levítico 20.13, vemos que a pena na Lei mosaica para quem praticasse o homossexualismo era a morte.
No Novo Testamento, apesar de não haver mais a pena de morte, observamos que a morte espiritual persiste para o homossexual, entregue por Deus ao que Paulo chamou, em Romanos
1.28, de sentimento perverso (ARC) ou disposição mental reprovável (ARA). Neste mesmo texto, o homossexualismo é denominado paixão infame; torpeza; erro. Leia 1 Timóteo 1.8-11 (NVI).
Em 1 Coríntios 6.10,11, está claro que nem os efeminados nem os sodomitas (ou seja, os homossexuais passivos e os ativos) herdarão o reino dos céus. A menos que eles se arrependam dessa prática abominável aos olhos de Deus e convertam-se a Cristo, serão condenados a passar a eternidade no inferno, um lugar de pranto, dor e ranger de dentes (Mateus 13.40-42; 24.51).
Embora remédios e técnicas terapêuticas não possam transformar um homossexual em heterossexual, se ele reconhecer seu erro, confessá-lo a Deus, pedir perdão e entregar sua vida a Cristo, será justificado pelo sangue de Jesus, liberto do pecado que o domina e transformado em uma nova criatura. Mas, para isso, é preciso, sobretudo, que o homossexual tenha consciência da sua condição pecaminosa e queira dar um novo rumo à sua vida. É uma decisão pessoal dele render-se à verdade, entregar-se a Cristo.
A nós, evangélicos, como Igreja de Cristo, coluna e baluarte da verdade, cabe pregar o evangelho e convocar os pecadores ao arrependimento. Mas a nós não cabe odiar ninguém. Devemos amar o pecador e condenar o pecado. Porém amar não é aprovar nem justificar comportamento errado. Existe uma grande diferença entre amar a pecador e concordar com suas práticas.
Nós, evangélicos, amamos os homossexuais, mas não concordamos nem aceitamos o homossexualismo. Não se trata de homofobia [aversão violenta a homossexuais] nem preconceito religioso, e sim de seguirmos princípios éticos, morais e espirituais que se baseiam no conhecimento que temos da Lei e da vontade de Deus para o ser humano ter uma vida plena, feliz e eterna.
SUGESTÕES DE LEITURA:
Levítico 18––20; Romanos 1; 1 Coríntios 6.10,11; 1 Timóteo 1.8-11

Viagens & Memórias Literárias

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