sábado, 2 de janeiro de 2016

VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER NA ATUALIDADE

Estatísticas compravam que a violência contra a mulher é um problema social que se manifesta de diversas formas nas sociedades atuais.


Longe de ser uma problemática já superada, a violência contra a mulher se manifesta de maneira cada vez mais frequente nas relações humanas, o que faz dessa temática um assunto de extrema importância.

De acordo com a Convenção de Belém do Pará, caracteriza-se como violência contra a mulher “qualquer ação ou conduta, que cause morte, dano ou sofrimento físico, social ou psicológico à mulher, tanto no âmbito público como no privado” (Art. 1º).

Em uma pesquisa realizada pela Central de Atendimento à Mulher, estatísticas revelaram que 43% das mulheres em situação de violência sofreram agressões diariamente; para 35% a agressão é semanal. A pesquisa também revela, em escala decrescente, os tipos de violência mais praticados: violência física 51,63%, violência psicológica 31,81%, violência moral 2,86%, violência patrimonial 1,94%, violência sexual 2,68%, cárcere privado 1,76%, e envolvendo tráfico 1,76%.

Mulheres do mundo inteiro têm sofrido algum tipo de violência diariamente, das mais sutis até as mais extremas. Desde uma palavra áspera até um tiro de revolver ou coisa semelhante. E o mais alarmante é saber que o Brasil está entre os dez países com maior número de homicídios femininos. Dentre esses, em 90% dos casos, quem os pratica são homens que possuem uma relação afetiva com a vítima. E essas situações ocorrem com maior frequência no ambiente familiar.

Mulheres estão correndo risco de vida dentre de seus próprios lares.

Sociedades mundo afora têm se posicionado de forma categórica contra a violência às mulheres. Nesse quesito o Brasil têm sido digno de ênfase, pois recentemente aprovou a chamada Lei Maria da Penha, que traz em seu âmago a proteção à mulher, punições severas e imediatas para qualquer que agredir uma mulher e o combate contra violência às mulheres.

Mesmo com números ainda preocupantes, a violência deve continuar sendo combatida. Tanto o Estado como os cidadãos comuns, precisam unir forças em prol dessa causa tão nobre.


     (Johnatas Silva, aluno do primeiro período do Curso de Letras Língua Portuguesa da UEA – Universidade do Estado do Amazonas)

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