sexta-feira, 27 de maio de 2016

A CONTRIBUIÇÃO DA PSICOLOGIA PARA A COMPREENSÃO DO DESENVOLVIMENTO HUMANO

Os ensinamentos da Psicologia da Aprendizagem contribuem para a reflexão sobre a importância de uma adequada compreensão do desenvolvimento humano e de suas articulações com a aprendizagem e com as relações sociais, para a construção, no espaço físico e social da sala de aula de um processo pedagógico qualitativamente superior.
Âmbitos educativos são os múltiplos contextos nos quais o ser humano está inserido. Devido a globalidade e diversidade das práticas pedagógicas, a Psicologia da Aprendizagem busca compreender como é possível a aquisição do conhecimento, através da relação professor-aluno. Ela permite perceber como os saberes são transmitidos e apropriados pelos indivíduos. A qualidade dessa transmissão de conhecimento está condicionada ao domínio que o educador tem dos processos de aprendizagem, haja vista ser ele um formador de personalidade, responsável ativo, dentro de suas competências, pela formação e desenvolvimento intelectual do educando.

(Johnatas Silva, aluno do 2º período do curso de Letras Língua Portuguesa da UEA)

COLABORAÇÃO DA PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM PARA O PROFESSOR NO ENSINO DAS LETRAS

Como os conceitos principais da Psicologia da Aprendizagem podem colaborar para a atuação profissional no ensino de Letras?
Os conceitos principais da Psicologia da Aprendizagem são importantes porque possibilitam ao educador uma compreensão mais profunda dos processos educacionais, permitindo-lhe identificar e entender determinados tipos de comportamento no contexto escolar. Como esses conceitos se concentram, na sua maioria, no funcionamento do cérebro, dominá-los de maneira equilibrada ajuda a melhorar a performance do educador, melhorando, também, a aplicação didática das diversas vertentes do conhecimento, uma vez que esse educador está na posição de mediador entre o conhecimento e o aluno. Certamente, havendo aplicação dos conhecimentos descritos acima, um ensino-aprendizagem de qualidade será uma consequência natural para qualquer que se dispunha a construir conhecimento (ensinar).
(Johnatas Silva, aluno do 2º período do curso de Letras Língua Portuguesa da UEA)

quarta-feira, 18 de maio de 2016

A NEGLIGÊNCIA DOS BRASILEIROS EM RELAÇAO AO AEDES AEGYPTI CONTINUA TRAZENDO SÉRIOS PROBLEMAS

EDITORIAL
A NEGLIGÊNCIA DOS BRASILEIROS EM RELAÇAO AO AEDES AEGYPTI CONTINUA TRAZENDO SÉRIOS PROBLEMAS
Gazeta de Manacá
[17/05/2016]
[15h30]

Não é de hoje que o Aedes Aegypti, mais conhecido como mosquito da Dengue, vem causando graves problemas de saúde aos brasileiros. Já são mais de 30 anos de convivência com ele, e o que se percebe é que boa parte da população ainda não se deu conta da ameaça que é o mosquito, mesmo sendo do conhecimento de todos que os vírus transmitidos por ele podem levar a morte.
Não bastasse a tão temida Dengue, o mosquito agora transmite mais dois tipos de vírus: o Chikungunya e o Zika. Os dois causam sérios danos à saúde, como fortes dores nas articulações – sintomas do Chikungunya – e, uma das mais graves, a microcefalia, que resulta na má-formação do cérebro – causada pelo Zika. Por conta disso, brasileiros e brasileiras têm sofrido com esses males dia após dia.
O governo, seja na esfera Federal, Estadual ou Municipal, já durante muito tempo vem fazendo um trabalho de conscientização da população por meio campanhas em massa de mobilização social contra o Aedes Aegypti. Essas campanhas consistem em ações práticas por meio do sistema de saúde pública, que incentivam cada cidadão brasileiro a ser um agente ativo na luta contra o mosquito, começando por sua própria casa.
Contudo, apesar de ser um exercício que não requer tanto esforço, como a simples verificação de possíveis criadouros do mosquito (qualquer tipo de local ou objeto que possa acumular água parada), grande parte da população ainda tem sido negligente nesse aspecto. Pois, se ao invés de termos uma redução no número de infectados pelos vírus, temos um aumento, é de se concluir que há certa indiferença dos brasileiros em relação a sua própria saúde e a de seus semelhantes.
Todos são responsáveis pela eliminação do Aedes Aegypti. Nesta batalha, tanto o cidadão comum como as autoridades têm o mesmo propósito: evitar que o mosquito nasça.
(Johnatas Silva, aluno do curso de Letras Língua Portuguesa da UEA – Universidade do Estado do amazonas)


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